Paris, Texas e o amor

Já há muito que estava para ver um filme do Wim Wenders. Este alemão, é um daqueles realizadores de culto, cujos filmes são dirigidos para um nicho de intelectuais cinematográficos. Confesso, que por vezes, tenho medo de apanhar grandes secas a ver filmes desses realizadores. Este não foi o caso. A primeira hora do filme é meio parada, porque a personagem principal passa mais de vinte minutos sem abrir a boca. Só a partir da segunda hora é que o filme se torna interessante. È nesta altura que a belissima Natassja Kinsky entra em cena e que a história principal da pelicula se desenvolve definitivamente e nos consegue captar a atenção. O filme tem também uma fotografia muito bem trabalhado, ao que ajuda muito, de parte do mesmo ser rodado no deserto. Por fim, é importante informar que esta obra ganhou a Palma de Ouro em Cannes em 1984.

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