A febre...da chachada

Que dizer de um livro, em que se demora quase um mês para ler as 200 páginas que o compõem. È fácil. Uma verdadeira pessegada. O estilo do autor é basicamente descrever nada a acontecer, com uma linguagem cuidada é certo, a puxar para o intelectualismo agudo, mas as ações narrativas são gajos a andar, florestas quietas, putos crâneos a brincar em caixas de areia e outras paradices do género. São nove contos, qual deles o mais seca. Só há uma coisa boa neste livro. O fim.
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