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A mostrar mensagens de janeiro, 2011

Ò Mulder não chores pá

O episódio primeiro da quarta temporada dos Ficheiros Secretos deslinda a história que tinha ficado em suspenso no final da terceira temporada. Lá anda o pobre do Mulder, em bolandas á procura da verdade o que o vai levar para uma quinta desterrada, cheia de abelhas, onde o homem que o acompanha, um tal de Jeremiah Smith, lhe disse que estava a su irmã. Entretanto a Scully fica por casa a investigar uma série de números, enquanto a mãe do Mulder, está feita um vegetal. Quanto ao informador preto, não sabe a sorte que lhe espera...È só mais um trepidante episódio de uma excelente série, que por isso mesmo, se tornou de culto.

Body of lies

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Leonardo di Caprio e Russel Crowe fazem uma dupla de agentes da CIA, que tem como objetivo captar uns malvados terroristas que andam a pôr bombas pela Europa. Di Caprio é o homem do terreno, que se corta e é torturado e joga ao gato e ao rato com os Serviços Secretos Jordanos, enquanto que Crowe, anda tranquilamente por Washington, com um Kit mãos livres a ditar a estratégia antiterrorista. Um filme bastante interessante, com um enredo que puxa a atenção do espectador, apesar da história, por vezes não ser fácil de acompanhar, facto que acaba por ser normal, tratando-se de um filme de espiões dos tempos modernos. Apenas um reparo. Quando as personagens árabes começavam a falar árabe, passado dois ou três diálogos, já estavam a falar inglês umas com as outras. Como diz o outro, não havia nexexidade.

Fela, Fela, Fela e mais que houvesse

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Fela Kuti, artista reconhecidíssimo no mundo da World Music tem neste trabalho, Fela, Fela, Fela, o seu primeiro album lançado ao público. No mesmo ano em que o homem pisava solo lunar pela primeira vez, 1969, o som de Fela Kuti era difundido pelo éter, dando assim a conhecer ao mundo o pai do Afrobeat. Desenganem-se aqueles que pensam que vão ouvir elaborados sons vocais. Este álbum transmite-nos imediatamente uma sonoridade muito parecida a uma orquestra, ou big band, mas juntando-lhe o contagiante ritmo dos sons africanos. Os instrumentos de sopro são reis, em Fela, Fela, Fela, mas a adicionar a estes instrumentos típicos de orquestras, temos os jambés e uma percurssão contagiante, que dão ainda mais poder ás cuidadas notas debitadas pelas caixas toráxicas dos músicos que acompanham Fela Kuti. O trompetista, com incursões solistas em algumas músicas do álbum é genial e a música em que mais se usa os vocais, não é mais que uma ode á Nigéria. Resumindo e concluíndo, muito bom.

Eat, Pray, Love...ye

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Surpresa das surpresas, este é sem dúvida alguma um bom filme. Julia Roberts atravessa uma crise existencial potenciada pelo vazio dos seus relacionamentos amorosos e embarca numa aventura por Itália, India e Bali para encontrar o equilibrio na sua vida. À primeira vista, poderia parecer daqueles filmes onde se dá a resposta para a existência, hollywood style, mas acaba por ser muito mais do que isso. Este filme é acima de tudo uma experiência para os sentidos. Excelente banda sonora, perfeitamente enquadrada pelos diversos sitíos onde a história decorre. Bem como a diversidade das paisagens que dá bastante cor e ritmo ao filme. A surpresa final está nas personagens do próprio filme. Desde as novaiorquinas, até ás balinesas, todas elas são brutais e transmitem uma dose de autenticidade supreendente á história. Acima de tudo, é um filme, ao contrário da maioria que passa pelos ecrãs de cinema nos nossos dias, que nos deixa alguma fé na humanidade, fé essa que não é de todo exagerada pel...