Robin, dorme a sesta, Hood

O novo Robin Hood foi aquilo que se pode designar por, estupada. Um verdadeira estupada de 2 horas e meia, onde se descobre a história que deu origem ao mito do homem que roubava aos ricos e dava aos pobres. O filme dá uma nova luz sobre o héroi de collants, mas com muita luta de espadas e flechas, que convenhamos, é um bocado chata, pelo menos para mim. O filme arrasta-se durante mais de duas horas, com uma miríade de personagens que nada acrescentam a um filme chato e sem ritmo. O clássico xerife de Nottingham é completamente secundarizado enquanto que a personagem mais interessante, seja mesmo o anafado Frei Tuck, que vem acompanhado, como séquito sacrossanto, por um enxame de abelhas, as quais controla, mediante as necessidades de combate prementes. Tudo o resto, chato, muito chato mesmo...
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