Pathfinder- O guerreiro do novo mundo

O filme partiu de uma ideia interessante e acerca de uma parte pouco explorada da história. A possível chegada dos Vikings ao continente americano, antes de Colombo e o facto de ambos gostarem de chacinar indios. O filme é extremamente violento levando ao pormenor certas cenas de combate com muito sangue e tripas á mistura. À volta de toda esta selvajaria temos a história principal. Um puto Viking é abandonado pelos seus por se ter recusado a matar um indio durante o seu rito de iniciação ás hostes barbáricas. È recolhido por uma india que o educa segundo as tradições da tribo. Passados alguns anos os Vikings voltam á carga e o puto transforma-se no Lone Ranger dos peles vermelhas, mandando todos os seus ex-compatriotas para a quinta das tabuletas. Há ainda uma história de amor de permeio entre o herói e uma india. Enfim, o pacote completo, guerra, amor, sexo e no fim ganham os bons.
O filme teve uma parte mais profunda. A cena em que concretizam finalmente o seu amor foi curta e grossa, mas com um diálogo interessante. Entretém, mas não é filme para se vêr uma segunda vez.
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